Terça-feira, 4 de Julho de 2017

Foi o sonho mais bonito que poderia ter tido, que poderia ter pedido. Cair nos teus braços por obra do acaso e chamar-te amor desde o primeiro instante. Ter-te reconhecido a metros de distância e saber que era para ti a minha direcção. Foi do mais impensável a forma como te tratei, a forma como me trataste. Saberes que não poderia haver outra pessoa no mundo que não eu e teres dito, para que não restassem duvidas. Foi a magia de um dia de morte que te trouxe até mim na noite em que caiu... tão normal! Tão banal! Mas que se tornou em algo que nem eu poderia ter imaginado. E naquele momento fui abraçada por mil fadas que me sussurravam o quanto estava certo eu estar nos teus braços e tu, tão meigo, tão certo desse momento estar certo. Foi aquele sonho que nunca poderia ter sonhado, mesmo estando tão perto do quase de o ter imaginado, mas que o subconsciente acabou por me oferecer como dádiva dos céus. Ainda mais belo, mais correcto, mais real. Eras tu e era eu. O mundo não sei! O mundo estava mesmo à minha frente, nos teus olhos, nos teus braços abertos, nas tuas belas palavras que me encantaram como as primeiras gotas de uma chuva de um verão escaldante. E o teu mundo era eu. Tão cheia de imperfeições e de incertezas mas tão certa do quanto te amo e em como isso nunca mudará nem com o passar de mil anos. Porque tu és tu. O meu coração, a minha alma. És tu! E foi como se chovesse magia, como se o vento nos abraçasse num remoinho de paz, de alento, como se o sol brilhasse só para nós. E de repente nada mais interessa. Até porque é assim o amor. Que mais pode interessar do que o bater do meu coração a sussurrar o teu nome? Que mais pode importar do que o brilho dos meus olhos perante ti? O que significaria tudo o resto se estavas ali e eu também ali e do nada nos tornamos o centro de um jardim a desabrochar na primavera? E foi como se tudo fizesse sentido de novo. Foi como se nunca nos tivéssemos separado pelas linha do tempo e das histórias das nossas vidas. Mas foi bonito! Foi como sempre eu quis que fosse. Eu e tu! Não importa onde nem porquê! Eu e tu! Tu! Porque o 'eu' também não importa. Foi um sonho. Apenas um sonho. Que me fez sorrir horas a fio e pensar em como a vida poderia ser diferente. Em como nós poderíamos ser diferentes ma, no entant, iguais a nós próprios... Apenas deveríamos ter ouvido melhor as batidas do coração e seguir o seu caminho. Agora resta-me sonhar. Já não creio sequer que tenha forças para lutar. Os anos passaram. As histórias ofuscaram-se. Mas tu serás sempre eterno em mim, nos meus sonhos, nas minhas palavras e muito mais no meu coração. E eu quero tanto dizer-te o quanto te amo. Será que o sabes? Será que também sonhas comigo?



publicado por mafalda às 21:26 | link do post | comentar

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