Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008

Quero estar contigo quando sentes frio, quando olhas pela janela e vês a neve a cair. Quero pegar-te na mão e dizer que está tudo bem, que amanhã será melhor. Quero poder abraçar-te e mostrar o que é não ter fim. E ficar contigo a cada minuto, a cada segundo, nem que seja no pensamento. Quero que sejas meu sem que tenhas de pensar duas vezes. Quero que me permitas acompanhar-te a cada passo teu. Quero ver-me no teu olhar e compreender cada frase que digas. E não te perder por algum caminho, nenhum desvio, mesmo estando tão longe. O que quero mesmo, a minha maior vontade, o meu maior desejo, é não ter de te tirar do coração nem sair da tua memória; é saber que estámos unidos por qualquer coisa invisível que nunca nos permitirá afastar.



publicado por mafalda às 17:22 | link do post | comentar

Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008

Já não sei como desabafar. Não sei como escrever, como ouvir o silêncio. Já não sei chorar. Ando perdida numa escuridão só minha, uma escuridão de ecos que não escuto, que não entendo, não percorro, vou morrendo. Não sei como te largar, abandonar-te no infortúnio que tão bem soubeste criar. As minhas lágrimas afogam o meu coração numa terrível doença chamada solidão. Chamo a morte. Proclamei-te salvador. Tanto tempo perdido. Tanta razão na minha dor. Já não sei como te ver. Não sei como olhar o mundo, como decifrar a natureza. Já não sei compreender. Ando perdida numa missão que há muito esqueceste, uma missão de tortura que me mata, que me esfola, que não me deixa ir em frente. Vou esquecer o teu sorriso , vou apagar as tuas palavras falsas, e recuperar o juízo. As minhas lágrimas vão caindo por dentro num terrível e angustiante sofrimento. As minhas lágrimas afogam a minha alma numa terrível sentença chamada solitária.

 

 

The Kill - 30 Seconds To Mars

What if I wanted to break

Laugh it all off in your face

What would you do?

What if I feel to the floor

Couldn't take this anymore

What would you do?

Come, break me down

Burry me, burry me

I am finish with you

What if I wanted to fight

Beg for the rest of my life

What would you do?

You say you wanted more

What are you waiting for?

I'm not running from you

Come, break me down

Burry me, burry me

I am finish with you

Look in my eyes

You're killing me, killing me

All I wanted was you

I tried to be someone else

But nothing seems to change

I know now

This is who I really am inside

Finally found myself

Fighting for a change

I know now

This is who I really am inside

Come, break me down

Burry me, burry me

I am finish with you

Look in my eyes

You're killing me, killing me

All I wanted was you

Come, break me down

Break me down, break me down

What if I wanted to break?

(You say you wanted more)

What if I?

(What are you waiting for?)

What if I?

(I'm not running from you)

Burry me, burry me

 


sinto-me
música the kill - 30 seconds to mars

publicado por mafalda às 13:39 | link do post | comentar | ver comentários (3)

Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008

Todo este alarido em volta das cheias fez-me perceber que anda por aí muita boa (ou má) gente a meter água.

A SIC, começo pela SIC,  fez um suposto especial de informação às 19 horas do dia 18, ora bem, primeiro a telenovela acabou uma hora mais cedo (o que por si só já é uma tragédia), segundo tive cerca de quarenta e cinco minutos a levar com fotografias e vídeos que repetiam de dois em dois minutos, terceiro levaram um senhor ao estúdio que supostamente iria explicar o porquê das cheias (talvez não se lembraram que tivera a chover!!) e, por último (mas não menos importante) quando chega às 20 horas abrem o jornal com... as cheias. E tiveram mais vinte e oito minutos com os mesmo vídeos, as mesmas fotografias, os mesmos jornalistas de campo. Resumindo, a SIC fez um especial de informação das 19 às 20 horas (com quinze minutos de publicidade pelo meio) e ocupou mais vinte e oito minutos do jornal com o tema. Reflectindo sobre o assunto, alguém na SIC julga que o povo português anda feliz, anda contente, então porque não dar-nos setenta e três minutos de desgraça? Talvez assim ponhamos os pés no chão e consigamos perceber que a vida não é este mar de rosas que temos vindo a viver!

Domingo à tarde, chove lá fora, digo para mim mesma que o melhor é enroscar-me no sofá com o meu cobertor mas é então que, sem saber bem porquê, a TVI aparece no ecrã. Para minha surpresa, ou não, está a dar um daqueles filmes que classifico "péssimo". "A Múmia", ou "O Regresso Da Múmia" (nunca soube distingui-los), veio para assombrar a minha tarde. A caracterização é horrível e a montagem é ainda pior, já para não falar no argumento e na escolha tenebrosa dos actores que chegam a parecer mais amadores do que eu numa peça da Broadway. Mas a situação não tende a melhorar. Para minha grande satisfação, "A Múmia", ou "O Regresso Da Múmia" (a dúvida persiste), acaba e é então que começa o filme da praxe. É verdade, a TVI não se esqueceu que já se passaram umas cinco semanas desde que "Speed-Perigo A Alta Velocidade" foi transmitido. Não digo isto por mal, eu até sou uma grande admiradora do Keanu Reeves e era capaz de ver o "Speed" a todas as horas, mas tenho de fazer dois comentários (coisa pouca) à tradução. Em primeiro lugar devo dizer que as crianças sentem-se atraídas por filmes deste tipo, as explosões, os acidentes, etc., é por isso que a tradução deveria ter em conta as expressões "vai-te f****", "m****" e "c*****"; criancinhas de sete anos já sabem ler. O segundo ponto vem, de certa maneira, contrariar o primeiro, e digo "de certa maneira" porque estou em dúvida. Se no primeiro ponto a tradução foi feita à letra, penso que neste vou apontar um erro estrondoso. Há uma parte do filme em que o autocarro armadilhado é desviado para uma via que ainda não fora aberta e, essa mesma via, não está acabada. A tradução diz-me que a falha é de 150 metros mas mete-me confusão pensar que um autocarro (ainda por cima armadilhado) dá um salto de 150 metros e chega ao outro lado como se nada tivesse acontecido. Cara tradução, não seriam 15 metros? Um salto de 15 metros é igualmente louco mas é muito mais aceitável.

Já que estou numa de criticar, tenho de desabafar: telenovelas até à 1 hora da madrugada não é demais? (isto é para a SIC e TVI)

Quem também mete água é o senhor Jorge Gabriel. Talvez ninguém tenha avisado o senhor Jorge Gabriel que é preciso ser-se imparcial quando se apresenta concursos, principalmente se esses concursos passam na televisão. É que um dia destes, ainda estava no ar aquele "Sabe Mais Do Que Um Miúdo De 10 Anos" (que em boa hora acabou) e o senhor disse a uma concorrente que Plutão deixara de ser um planeta. Até aqui tudo bem não fosse a pergunta"Qual é o último planeta do sistema solar?". Se Plutão já não é planeta... Deixa cá ver... (Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Úrano, Neptuno) Ah! Pois! É Neptuno!! O senhor Jorge Gabriel deu a resposta à concorrente.

Outro que mete muita água mas que, infelizmente, nunca mete a suficiente para se afogar, é o Luís Filipe. Qualquer adepto do Benfica sabe quem é o Luís Filipe e, para quem não sabe, eu passo a explicar: o Luís Filipe é aquele estrondoso jogador que fez aquele estrondoso passe para o estrondoso segundo golo do estrondoso Nuremberga. Ora, o Luís Filipe tem problemas gravíssimos de orientação. Quando o Luís Filipe joga, eu estou sempre a ver quando é que ele vai acertar um passe (julgo que até hoje nunca aconteceu). Em certas ocasiões chega a ter uma certa piada vê-lo ali aos papéis sem saber para que lado se virar, sem saber para onde chutar a bola, sem saber se corre ou se pára, e por vezes penso que ele nem sabe quem são os companheiros de equipa! Mas dou a mão à palmatória; em declarações aos jornalistas no final do fogo em Nuremberga, ele disse que não é só ele que falha. Pois é, senhor Camacho, o Luís Filipe só falhou porque toda a defesa do Benfica falhou primeiro ao ver a bola e esperar que ela se evaporasse.

As galas de Natal... Aaaahhhh!!! Que nostalgia.... As galas de Natal são uma porcaria. E são uma porcaria porque ninguém está interessado em ajudar. As estações  televisivas só se preocupam com as audiências, se assim não fosse era lógico transmitirem as galas em dias diferentes. Lembro-me que no Natal passado estava a passar na TVI o "Natal nos Hospitais"  e na RTP1 era qualquer coisa para ajudar os séniores. A isto chama-se guerra de audiências, não se chama solidariedade. 

Hoje é dia de Taça de Portugal. Qual dos grandes irá meter água? Deixo isso para amanhã, é como o outro "progonósticos?só no fim do jogo". Só não espero que seja o meu Benfica.  


sinto-me

publicado por mafalda às 15:16 | link do post | comentar | ver comentários (11)

Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008

Vejo-nos num cenário onde caem flocos de neve ao som das teclas do piano que formam uma melodia onde dançámos e anjos cantam para nós. O dia não nasce, a única luz que nos ilumina é a lua, a lua que está a uma curta distância. Aqui não há lugar para guerras ou para a dor, apenas habitámos fechados por muros; protegidos por muralhas construídas por lágrimas e suores, mas que valeram o esforço. Vejo-nos num sítio encantado. Há um castelo em ruínas que nos abriga do frio. Vai nevando mas nada nos tira a vontade de dançar, de ouvir o piano e as vozes dos anjos que nos guiam os passos numa dança enfeitiçada. O dia não há-de nascer. A noite é eterna e a única luz vem do céu, das estrelas que nos observam. Aqui não há lugar para tristezas. Vejo-nos num castelo em ruínas, um sítio onde principes e princesas habitaram felizes. Cai a neve branca sobre nós e dançamos. Continuámos a dançar sem nos preocuparmos com o que existe para além dos muros. Este mundo é nosso e será sempre noite para que eu te possa admirar ao luar. Aqui só há lugar para a paz. O piano soa notas por mãos de anjos que cantam sem parar, numa benção à magia que nos rodeia. Estámos num castelo em ruínas, numa perfeita localização. O mundo deixou de existir e a nossa vida é feita numa sintonia protegida de mágoas. Agora somos só nós dois e a neve que não pára, e os anjos que cantam, e a noite eterna, no castelo da magia.



publicado por mafalda às 13:16 | link do post | comentar | ver comentários (3)

Domingo, 24 de Fevereiro de 2008

Quero deixar aqui umas palavras ao zé ninguém principalmente para lhe agradecer a força que tenta transmitir. Parece-me que o zé está a tentar ser alguém .

Obrigada zé é bom saber que não estou sozinha e que há alguém (mesmo sendo um ninguém) que me tenta "levantar".

Sou muito virada para as coisas do coração pois é lá que se encontra a fonte de todas as dores, as feridas que vão sarando, as feridas que nunca saram, as cicatrizes que ficam para sempre.

Vou tentar ser mais positiva mas não prometo nada.

Enfim... Assim vai o coração.



publicado por mafalda às 13:33 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Tenho de parar o mundo, acabar com esta agitação, para poder limpar as lágrimas que não paro de derramar e pedir perdão por todo o mal que tenho vindo a fazer. Já não sei qual dói mais, se o coração se a alma, mas sei que a minha cabeça e o meu peito estão dilacerados por tanta solidão. Passei tanto tempo a ver-te como salvação e de um momento para o outro vejo-me perdida no esquecimento. Não sou capaz de me organizar, não consigo dormir, já não me conheço. Não sei o que é pior, se o teu silêncio se a necessidade que sinto de te ter; mas sei que preciso de ler as tuas palavras, ver-te na magia da noite. Como dói! Desespero! Guardo as lágrimas para mim, fecho o sofrimento a sete chaves, para poder iludir-me numa paz que nunca irá existir e poder pensar que o descanso não vai demorar a trazer calma ao meu espírito. Mas nada disso é real. Estou cada vez pior. Cada dia que passa é mais um tormento na minha alma, é mais um punhal cravado no meu coração. Não consigo aguentar esta angústia que permanece no lugar que deixaste vazio. Sinto-me tão sozinha, tão abandonada. Eu não pedi isto, não pedi para te amar. Eu só quero encontrar o fim, parar com estes sentimentos que não compreendes, que não sei explicar, e poder ficar em paz.


sinto-me

publicado por mafalda às 13:21 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008

Quero agradecer a todos os que visitam o blog, aos que comentam, e, sobretudo, a quem se identifica com o que escrevo.

Em relação ao comentário deixado no post do dia 14 de Fevereiro, quero dizer que a minha visão do mundo não distorce a realidade, a realidade é que distorce qualquer visão que eu possa ter do mundo. Daqui o que eu vejo é uma catástrofe gerada pelos meus próprios pensamentos, estou no centro da tragédia. Se pensar que ele fez-me feliz, de seguida penso que o que sinto agora é apenas dor, e a dor é tudo o que tenho de real...E não estou a ser pessimista. Tento viver de acordo com as condições que me são dadas só que as condições são-me negadas porque no fundo do poço não entra a luz. Não quero culpá-lo. Ele é a melhor pessoa que conheci mas não posso compreender esta solidão onde fui abandonada nem quero aceitar o silêncio que ecoa na minha alma e que vai de encontro a tudo o que idealizei. Sombras estendem-se num caminho que não tem saída, ando às voltas e sempre às voltas tendo o sofrimento como único companheiro.

Hoje não vou partilhar alguma música, pelo contrário, vou partilhar mais uma página da minha alma.

 

Intemporal

Perdi as palavras que tanto quis que ouvisses. Não sei o que te dizer, não sei por onde começar. Talvez seja melhor esquecer e deixar que o tempo cure esta ferida que não pode ser mais profunda. Se eu mandasse no meu coração...! Dizem que o tempo cura tudo , dizem que o tempo é o remédio, mas como posso eu sarar se não te sei esquecer? Perdi as palavras. Não sei como explicar que vivo num mundo à parte onde cada dia é o último dia. Não posso deixar passar mais tempo, o amanhã não existe. Ouvi alguém dizer que o tempo cura tudo mas eu não preciso de um curandeiro. Nunca te vi como uma pessoa real e não te ter comigo é como se o céu desaparecesse. Dizem que quem está longe da vista está longe do coração mas não estás assim tão longe pois eu vejo-te quando fecho os olhos. Dizem que nada é eterno mas se me perguntarem há quanto tempo isto dura não saberei o que responder. Não quero ouvir mais frases feitas que todos apregoam sem razão, sem saberem do que falam. Quem me dera poder dizer-te tudo numa palavra, num segundo, e poder sossegar, poder agarrar-te de uma vez, para sempre, e saber manter-te junto a mim numa confiança nunca quebrada. Mas perdi as palavras, perdi a concentração, deixei que te afastasses, fiz com que te afastasses, e agora segues e eu fico. Estou presa no tempo.


sinto-me

publicado por mafalda às 14:56 | link do post | comentar | ver comentários (5)

Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

Os dias passam mas as minhas palavras são eternas num sofrimento constante. Cheguei a pensar que viver sem ti era a solução , quis-me convencer de que não preciso de ti, e foi então que fiquei sem ar, fiquei sem luz, presa num buraco profundo de onde não soube sair. Sempre te vi como salvador e estar sem ti é pior do que ficar sem coração. Não sei para onde olhar pois tudo à minha volta é sombrio, é assustador. Sou bombardeada por imagens tuas que não sei tirar do pensamento. Perdi a esperança numa viagem que fiz com destino à minha própria alma e hoje sou apenas mais um corpo esquecido, preso no tempo, sem nada para dizer mas com tanto para desabafar.

 


sinto-me
música não me apetece cantarolar

publicado por mafalda às 15:06 | link do post | comentar

Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008

Dizem que para haver sombra é preciso que primeiro haja luz mas no fundo do poço tudo parece ser escuro demais, preto demais, tenebroso demais. Deixei que o sol fosse tapado pelas minhas tristezas e angústias, deixei-me cair sem intenção de me salvar. Não quis sobreviver ao desgosto de estar sem ti. Para o meu coração não pensei haver esperança, estava à espera do último dia, da grande despedida. O pensamento trazia-te de volta a um mundo que criei para não me sentir tão sozinha, tão abandonada e rejeitada, as memórias sempre foram constantes e funcionavam como remédio para a alma ferida. As cicatrizes nunca irão desaparecer. Hás-de sempre ser o guerreiro que arrancou o meu coração do peito quando eu apenas queria a tua compreensão. Não pensei que estar sem ti fosse difícil ao ponto de eu não querer ver a continuação da minha vida, ao ponto de bloquear todos os caminhos a que tinha acesso. A meus olhos eras a perfeição dos anjos, o dom dos deuses, mas soubeste como te tornares numa assombração viciante, num terror que não sei explicar. Sou perseguida pelas memórias do teu sorriso e fico sem saber viver se tento arrancar-te de mim. 

 

 

In The Shadows - The Rasmus

No sleep

No sleep until I am done with finding answear

Won't stop

Won't stop before I find a cure for this cancer

Sometimes

I feel  I going down and so disconnected

Somehow

I know that I am haunted to be wanted

I been watching , I been waiting

In the shadows all my time

I been searching , I been living

For tomorrow all my life

In the shadows

They say

That I must learn to kill before I can feel save

But I

I rather kill myself then turn into their slave

Sometimes

I feel that I should go and play with the thunder

Somehow

I just don't wanna stay and wait for a wonder

I been watching , I been waiting

In the shadows all my time

I been searching , I been living

For tomorrow all my life

Latelt I been walking in circles

Watching , waiting for something

Feel me, touch me, feel me

Come, take me higher

I been watching , I been waiting

In the shadows all my time

I been searching , I been living

For tomorrow all my life

I been watching

I been waiting

I been searching

I been living

For tomorrow

In the shadows

I been waiting

 


sinto-me como sempre
música in the shadows - the rasmus

publicado por mafalda às 14:36 | link do post | comentar

Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008

 

How can you see into my eyes like opeen door

Leading you down into my core

Where I've become so numb without a soul

My spirit sleeping somewhere cold

Until you find me there and lead it back home

Wake me up  inside

Call my name and save me from the dark

Bid my blood to run before I come undone

Save me from the nothing I've become

Now that I know what I'm without you

You can't just leave me

Breath into me and make me real

Bring me to life

Wake me up inside

Call my name and save me from the dark

Bid my blood to run before I come undone

Save me from the nothing I've become

Bring me to life

Frozen inside without your touch, without your love

Darling only you are the life among the dead

All this time I can't believe, I couldn't see

Kept in the dark but you were there in front of me

I've been sleeping a thousand years it seems

Got to open my eyes to everything

Without a tought, without a voice, without a soul

Don't let me die here, there must be something more

Bring me to life

Wake me up inside

Call my name and save me from the dark

Bid my blood to run before I come undone

Save me from the nothing I've become

Bring me to life

 


sinto-me
música bring me to life - evanescence

publicado por mafalda às 16:02 | link do post | comentar

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